Há feridas abertas,
que não podem ser curadas.
Aquelas que afetam,
os sentidos e a alma.
Há dores que dilaceram,
em profundo o coração.
E as lagrimas escorrem sobre a face
Criando o caminho, por onde trilha a solidão.
Autora: Sabrina Maris. Direitos autorais reservados. 22/10/2012.

